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Archive for setembro \30\UTC 2008

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Desta vez vou colocar links e fotos de hotéis em Moorea.

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InterContinental Resort & Spa Moorea

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Moorea Pearl Resort & Spa

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Sheraton Moorea Lagoon Resort & Spa

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Sofitel Moorea Ia Ora Beach Resort

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Entre os posts mais visitados estão os que tem informações sobre os hotéis, então resolvi colocar mais links para hotéis. Basta clicar na foto de cada um deles.

Neste post vou colocar alguns hotéis do Tahiti, e nos próximos colocarei de outras ilhas.

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InterContinental Resort Tahiti

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Le Méridien Tahiti

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Manava Suite Resort Tahiti (mais um Pearl Resort que será inaugurado em 2009)

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Radisson Plaza Resort Tahiti

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Sheraton Hotel Tahiti

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Sofitel Tahiti Maeva Beach Resort

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Vou deixar um papel de parede bem bonito para alegrar o final de semana.

Esse é o por do sol em Moorea.

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Após as explosões, foi dado ao Rainbow Warrior um lugar de descanso final na baía de Matauri, nas ilhas de Cavalli, pertencentes à Nova Zelândia.

A idéia foi proposta primeiramente pela associação subaquática da Nova Zelândia. Ele foi então rebocado para o norte com o casco remendado, em 2 dezembro 1987. Dez dias mais tarde, uma multidão acompanhou o enterro maori tradicional que foi dado a ele.

Em poucos anos o Rainbow Warrior se tornou parte integrante do ambiente que antes ajudava a proteger. Com o tempo ele transformou-se em um recife vivo e hoje possui um ecossistema complexo que transformou-o em um destino popular de mergulho.

Em 1987, o Greenpeace comprou uma nova embarcação, o Grampian Fame, e trocou seu nome para Rainbow Warrior. O novo Rainbow Warrior foi lançado em Hamburgo em 10 de julho de 1989, após dois anos de reparos.
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Rainbow Warrior, afundado por bombas colocadas
por agentes do governo francês, na Nova Zelândia.
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O Greenpeace praticamente nasceu no mar e com ele tem uma relação especial desde sua fundação em 1971, e ao longo de sua história, foram muitas as embarcações usadas pela organização, mas a mais emblemática delas foi a velha traineira adquirida em 1977 e batizada de Rainbow Warrior (Guerreiro do Arco-Íris) que teve seu nome inspirado em uma lenda dos índios norte americanos que profetiza que quando o homem destruir o mundo todo com sua avidez, os Guerreiros do Arco-Iris se levantarão para salvá-lo.

No dia 29 de abril de 1978, o Warrior levantou âncoras nas docas de Londres e seguiu defendendo o meio ambiente em campanhas memoráveis durante sete anos. No início dos anos oitenta, quando o governo Francês decidiu retomar seu programa nuclear, o Greenpeace iniciou uma campanha contra esses testes.

No dia 10 de julho de 1985 o Rainbow Warior estava na Nova Zelândia se preparando para visitar o atol de Moruroa numa campanha contra os testes nucleares franceses. Mas essa viagem não aconteceria: a embarcação, que estava ancorada no cais do Porto de Auckland, foi afundada aproximadamente às 11:48 da noite, em razão dos danos provocados pela explosão de duas bombas que foram colocadas em seu casco. Neste incidente um membro do Greenpeace, o fotógrafo Fernando Pereira (origem portuguesa, nacionalizado holandês) que estava a bordo da embarcação veio a falecer.

O grupo todo estava em choque e logo chamaram a polícia neozelandesa que reagiu rapidamente ao primeiro ato terrorista em seu território. Reunindo informações com os tripulantes, logo chegaram a um casal de franceses: os agentes Prieur e Mafart do serviço secreto francês.

O governo francês foi então pressionado pela opinião pública a iniciar uma investigação interna para que fossem averiguados os culpados pelo incidente. As autoridades do país passaram a admitir que foram enviados agentes do serviço de inteligência francesa para a Nova Zelândia a fim de obter informações das atuações do Greenpeace, mas continuava a negar envolvimento dessa equipe nesse ato terrorista.

Até que, em 22 de Setembro de 1985, o Primeiro Ministro da França confirmou que o Rainbow Warrior havia sido afundado por agentes franceses sob ordens superiores. Com tudo isso, o ministro de defesa da França acabou renunciando ao seu cargo.

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Os trabalhos em Moruroa iniciaram imediatamente. As primeiras tropas francesas chegaram à região em maio de 1963 e os primeiros trabalhadores civis chegaram em setembro de 1964.

Moruroa foi designado como base principal dos testes, enquanto que Fangataufa era inicialmente um posto de observações, entretanto, posteriormente acabou se tornando o palco de diversos testes atmosféricos e subterrâneos, incluindo o mais poderoso teste francês.

Em 1966, após três anos de preparativos e mais de 600 milhões de dólares, a França levou seu programa de testes nucleares para o Pacífico.

Por trinta anos, apesar dos protestos mundiais, os idílicos atóis de Moruroa e Fangataufa na Polinésia Francesa foram usados como base de testes nucleares franceses.

Os primeiros testes eram atmosféricos mas, seguindo protestos de outros países na região (em particular a Austrália) em 1975 os testes passaram a ser no subsolo.

Suspensos em 1992, os testes recomeçaram, por um curto período, em 1995 antes que fossem suspensos para sempre em 1996.

Hoje todas as instalações em Moruroa e em Fangataufa foram desmontadas mas os dois atóis são guardados por um pelotão de fuzileiros navais, e foram equipados com os sensores para detectar todo o movimento em sua base geológica.

Com a assinatura, em 1996, do Tratado de Proibição Completa dos Ensaios Nucleares, a França se comprometeu a nunca mais realizar esse tipo ensaio.

A área permanece uma zona militarizada e foi descrita por cientistas como uma lixeira nuclear no meio do Oceano Pacífico.

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Não tem como falar do Arquipélago de Tuamotu e não se lembrar dos ensaios nucleares que França realizou nesta região.

Entre os anos de 1960 e 1996, a França realizou 210 testes nucleares. Destes, 17 testes foram realizados em uma região do Saara Argelino, entre os anos de 1960 e 1966, e os outros 193 testes foram realizados no Pacífico Sul.

No ano de 1956, foi secretamente formado o “Comitê para Aplicações Militares da Energia Nuclear”. Era criado então o programa para o desenvolvimento de sistemas de lançamento de artefatos nucleares.

Em 1958, Charles De Gaulle assumiu novamente a presidência da França e, foi então dado sinal verde para o desenvolvimento da bomba nuclear francesa. Como resultado, já em 1960 a França fazia seu primeiro teste nuclear e se tornava a quarta nação a desenvolver e testar artefatos nucleares.

Em julho de 1962, foi tomada a decisão de criar uma nova base de testes nucleares e o local escolhido foi a na Polinésia Francesa, mais precisamente os atóis de Moruroa (também chamado de Mururoa) e de Fangataufa servriam como base para o “Centre d’Experimentation du Pacifique”.

Estes atóis foram escolhidos por razões geográficas: ambos eram desabitados, eram de fácil acesso, estavam distantes de regiões povoadas,e também estavam longe de rotas aéreas e navais. Além disso, a região apresentava condições metereológicas favoráveis para testes nucleares atmosféricos.

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