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Archive for the ‘Ilhas Tuamotu’ Category

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Lan Chile, Air Tahiti e Air Moore
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Apesar de já ter colocado bastante informação sobre a Polinésia Francesa, nunca descrevi certinho como foi nossa viagem e muita gente tem me perguntado sobre ela nos comentários.

Na verdade quem decidiu para onde iríamos viajar foi um casal de amigos que são donos de uma agência de turismo,a Confratur Turismo, e que conhecem o mundo inteiro. Eles viviam nos dizendo que nossa lua-de-mel tinha que ser no Tahiti e conseguiram nos convencer.

Nós viajamos pela Queensberry, porém o roteiro fui eu que montei e o pessoal da agência acertou tudo o que precisava. A escolha final foi: Papeete, Rangiroa, Moorea, Bora Bora e Santiago.

Voamos pela Lan Chile, fora os vôos entre as ilhas que foram pela Air Tahiti, exeto para moorea que foi com o “enorme” Air Moorea. Como o vôo é bem longo, optamos por viajar na classe executiva: já estávamos gastando bastante mesmo e com um pouquinho a mais chegamos lá descansados e prontos para aproveitar cada minuto no paraíso.

Saimos do Brasil com a hospedagem e os vôos todos acertados, só deixamos os passeios para acertar por lá –o que foi super tranquilo.

Antes da viagem, apesar de não ser mais exigido, tomamos a vacina para a febre amarela. Acho que quem viaja para esses lugares mais isolados também deve estar com a vacina de tétano em dia, mas isso é só uma questão de precaução. Sobre esse assunto é sempre ver a informação atualizada no site da ANVISA.

Também fizemos um curso de mergulho especialmente para essa viagem, assim tiramos nossa carteirinha da PADI (Professional Association of Diving Instructors) e pudemos mergulhar tranqüilos. Mas quem não quiser não precisa, essa carteirinha só é exigida para fazer mergulho em lugares fundos – nós chegamos a descer cerca de trinta metros). Se você pretende ficar no raso não precisa de nada disso.

Em resumo foi assim que nossa viagem aconteceu; no próximos posts vou falar sobre ela com mais detalhes.

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Rangirao, Mororea e Bora Bora

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Tureia, também conhecida como Papa-Kena, é um atol situado no arquipélago de Tuamotu na Polinésia Francesa. Trata-se de um atoll de 15 km de comprimento por 8 km de largura, com uma superfície de cerca de 8 km2 e uma laguna de 47 km2.

Hakamaru (ou Fakamaru), com 227 habitantes e situada no extremo norte, é a única aldeia da ilha. Quase todo o solo arável de Tureia é coberto por coqueirais.

Entre 1966 e 1996, época em que eram feitos os teste nucleares franceses em Moruroa e Fangataufa, Tureia acolheu um campo do “Centro de Experimentação do Pacífico – CEP” e também uma estação meteorológica. Hoje, estas construções estão abandonadas.

Apesar de Tureia estar a mais de cem quilômetros de distância ao norte de Mururoa e de Fangataufa, ela ainda vem pagando a conta pelos testes nucleares.  Os habitantes desse atol tem vivido com medo da possibilidade de deslizamento de algumas barreiras de corais próximas a Mururoa que provocariam ondas que podem acabar devastando Tureia por completo.

Saiu uma reportagem no Le Monde (Mururoa : après l’atome, la menace du tsunami) no dia 11/02/2011 que fala sobre essa possível tragédia; no UOL é possível ler essa mesma reportagem em português sob o título de Fragilizado, atol de Tureia poderá sofrer um deslizamento de terra seguido de ondas oceânicas.

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Tureia 2008 – vestígios do CEP na laguna (foto de Julie Pomery)
fonte: Mururoa – Mémorial des essais nucléaires français*

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Mapa da Polinésia Francesa com a localização de Tureia e Mururoa
fonte: Mururoa – Mémorial des essais nucléaires français*
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* Se você se interessa pelas questões que envolvem o testes nucleares executados na Polinésia Francesa, então não deixe de visitar o site Mururoa – Mémorial des essais nucléaires français.

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Estes dias tem sido um pouco complicados e não tenho tido muito tempo para o blog.

Hoje vou colocar uma bela paisagem para quem quiser usar de papel de parede ou apenas apreciá-la. Na semana que vem vou continuar com a lista dos hotéis, dos mais caros aos mais em conta, em outras ilhas como Rangiroa, Huahine, Manihi, Maupiti…

Um abraço para todos!!!

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Enquanto estou escrevendo novos posts para o blog vou deixar mais uma bela foto.

Esses são os bangalôs sobre as águas do Kia Ora.

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Rangiroa possui uma vinícola única no mundo numa região tropical na qual a temperatura é praticamente constante durante todo o ano. Está localizada bem ao lado da laguna e cercada por um coqueiral, ela produz duas colheitas por ano: uma no verão e outra no inverno.

Essa história começou há pouco mais de dez anos quando Dominique Auroy decidiu aventurar-se a produzir vinho na Polinésia Francesa, basesndo-se no fato de que esta região importa, por ano, mais de quatro milhões de garrafas de vinho para consumo local.

Hoje, a vinícola produz cinco tipos de vinho: Rouge, Rosé, Blanc Sec, Blanc Moelleux e Blanc de Corail.

O acesso ao vinhedo é feito através de barco e também é através de barcos que as uvas são transportadas até a vila onde serão transformadas em vinho.

Na vila de Avatoru tem uma loja onde é possível comprar esses vinhos, fazer degustação e também agendar uma visita à vinícola. Mas não se preocupe se Rangiroa não está em seu roteiro, em Papeete é bem fácil de encontrar o “Vin de Tahiti – Domaine Dominique Auroy“.

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Hoje vou colocar mapas de três arquipélagos (Societè, Tuamotu e Maquesas), onde aparecem o tempo de vôo entre as ilhas mais visitadas.

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Os trabalhos em Moruroa iniciaram imediatamente. As primeiras tropas francesas chegaram à região em maio de 1963 e os primeiros trabalhadores civis chegaram em setembro de 1964.

Moruroa foi designado como base principal dos testes, enquanto que Fangataufa era inicialmente um posto de observações, entretanto, posteriormente acabou se tornando o palco de diversos testes atmosféricos e subterrâneos, incluindo o mais poderoso teste francês.

Em 1966, após três anos de preparativos e mais de 600 milhões de dólares, a França levou seu programa de testes nucleares para o Pacífico.

Por trinta anos, apesar dos protestos mundiais, os idílicos atóis de Moruroa e Fangataufa na Polinésia Francesa foram usados como base de testes nucleares franceses.

Os primeiros testes eram atmosféricos mas, seguindo protestos de outros países na região (em particular a Austrália) em 1975 os testes passaram a ser no subsolo.

Suspensos em 1992, os testes recomeçaram, por um curto período, em 1995 antes que fossem suspensos para sempre em 1996.

Hoje todas as instalações em Moruroa e em Fangataufa foram desmontadas mas os dois atóis são guardados por um pelotão de fuzileiros navais, e foram equipados com os sensores para detectar todo o movimento em sua base geológica.

Com a assinatura, em 1996, do Tratado de Proibição Completa dos Ensaios Nucleares, a França se comprometeu a nunca mais realizar esse tipo ensaio.

A área permanece uma zona militarizada e foi descrita por cientistas como uma lixeira nuclear no meio do Oceano Pacífico.

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